Nos dia 29 e 30/out ocorrerá na Faculdade Zumbi dos Palmares o Fórum Social de SP, cujo o principal objetivo é construir “outra São Paulo”, que consideramos “possível, necessária e urgente”.
Horário:19h
Local: Sindicato dos Engenheiros do Estado de SP (Rua Genebra, 25 – ao lado Câmara de SP).Contamos a presença de todos para juntos começar a articular a mudança para uma cidade para todos!Mais informações sobre o Fórum Social de SP: http://forumsocialsp.org.br/
Discurso de abertura na Tenda de Reforma Urbana, 29 de Janeiro de 2009, Fórum Social Mundial, Belém
David Harvey
Para mim, é um imenso prazer estar aqui, mas em primeiro lugar eu gostaria de me desculpar por falar m inglês, que é a língua do imperialismo internacional. Eu espero que o que eu vou dizer seja suficientemente antiimperialista para que vocês me perdoem por isso. (aplausos)
Eu estou muito grato pelo convite que me fizeram, porque eu aprendo muito com os movimentos sociais. Eu vim aqui para aprender e para ouvir, e, portanto, eu já considero esta uma grande experiência educacional, pois, como disse Karl Marx certa vez, sempre há a grande questão acerca de quem vai educar os educadores?
Eu tenho trabalhado já há algum tempo com a idéia de um direito à cidade. Eu entendo que o direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades. O direito à cidade não é o direito de ter – e eu vou usar uma expressão do inglês – as migalhas que caem da mesa dos ricos. Todos devemos ter os mesmos direitos de construir os diferentes tipos de cidades que nós queremos que existam.
Do Blog da Raquel Rolnik
“Muitos dos tradicionais estabelecimentos comerciais e culturais do entorno da praça vão ter que deixar a região por conta do aumento dos aluguéis, já que, antes mesmo da conclusão da reforma, os imóveis já se valorizaram.”
Mais detalhes, no Blog da Raquel Rolnik
Nos dia 29 e 30/out ocorrerá na Faculdade Zumbi dos Palmares o Fórum Social de SP, cujo o principal objetivo é construir “outra São Paulo”, que consideramos “possível, necessária e urgente”.
Horário:19h
Local: Sindicato dos Engenheiros do Estado de SP (Rua Genebra, 25 – ao lado Câmara de SP).Contamos a presença de todos para juntos começar a articular a mudança para uma cidade para todos!Mais informações sobre o Fórum Social de SP: http://forumsocialsp.org.br/
A Câmara Municipal de São Paulo realizará a Apresentação Pública do Projeto de Lei nº 479/2011, que estima a receita e fixa a despesa do Município de São Paulo para o exercício de 2012 (Proposta Orçamentária), com a participação de técnicos e autoridades do Poder Executivo, no dia 13 de outubro de 2011, às 15 horas, no Plenário “1º de Maio”, localizado no Viaduto Jacareí, 100 – 1º andar – Bela Vista – Capital .
Extraído de http://tarifazerosp.net
No próximo dia 19 de agosto, haverá o lançamento oficial da campanha pela implantação da tarifa zero no transporte coletivo da cidade de São Paulo. No evento, o Movimento Passe Livre (MPL) apresentará um projeto de lei de iniciativa popular, como instrumento para a se chegar à tarifa zero. Ao todo serão necessárias cerca de 500 mil assinaturas para que o projeto seja encaminhado à Câmara de Vereadores.
O lançamento ocorrerá às 19h na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e, além do MPL-SP, terá a participação da Dep. Luiza Erundina (prefeita da cidade quando o projeto original pela tarifa zero foi proposto) e do Profº Mauro Zilbovicius (um dos elaboradores do antigo projeto) .
Em anexo o cartaz de divulgação
Para saber mais sobre o que é Tarifa Zero: http://tarifazero.org/tarifazero/
e sobre a campanha http://tarifazerosp.net
"Por um transporte público, gratuito e de qualidade, fora da iniciativa
privada! Por uma vida sem catracas!"
MPL-sp
Gastos chegaram a R$ 1,75 bilhão, com mais R$ 200 milhões para ponte estaiada e outras obras; em 2008, estimativa era de R$ 1 bi
E tudo isso só para aumentar o número de carros parados no trânsito.
Avanço da CSN esbarra nas obras de Aleijadinho
Moradores de Congonhas (MG) querem evitar que mineração danifique seu centro histórico
O advogado e jornalista José Alberto Teixeira, 69 anos, anda muito incomodado com o “poeirão” que tomou conta de sua bucólica residência, localizada numa área de 8 mil metros quadrados na região central da histórica Congonhas (MG), a 70 quilômetros de Belo Horizonte. “Você se debruça no parapeito da janela e sai com os braços pretos. Tem de limpar todo dia. O carro é uma poeira constante”, reclama.
Ampliar a cidadania socioambiental
Artigo de Fábio Feldmann, publicado em http://www.brasileconomico.com.br/noticias/ampliar-a-cidadania-socioambiental_103764.html
O país discute o licenciamento ambiental como se este fosse um mero conjunto de exigências cartoriais e burocráticas a gerar mais custos ao país. Tornou-se comum ouvir que as dificuldades do licenciamento são empecilhos ao desenvolvimento e que exigências ambientais não passariam de caprichos de ambientalistas xiitas e retrógrados, no governo ou na sociedade civil.
A avaliação ambiental de empreendimentos, no Brasil genericamente denominada EIA-Rima (Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental), é um dos instrumentos mais importantes para a democracia.
A razão é simples: somente através desses estudos e das respectivas audiências públicas o cidadão comum tem acesso a projetos que podem afetar concretamente a sua vida.
De estradas, hidrelétricas, shoppings centers, até empreendimentos imobiliários com grande impacto, precisam ser debatidos antes da implantação.
Muitas vezes, o debate traz melhorias nos projetos que passam a ser incorporadas no decorrer do licenciamento.
Importantes obras de infraestrutura hoje instaladas seriam rejeitadas por uma avaliação técnica e por um olhar socioambiental: Angra dos Reis, Rio-Santos, Usina de Balbina no Amazonas, o Minhocão na cidade de São Paulo, entre outras.
Hoje, não há dúvida de que a localização escolhida para as nossas usinas nucleares é a pior possível, isto é, próxima a grandes centros urbanos. No caso de um acidente, condenaria uma das regiões de maior importância ecológica e paisagística do Brasil.
A Rio-Santos, se fosse melhor discutida, teria um outro traçado mais condizente com a vocação turística da região do Litoral Norte de São Paulo e Sul Fluminense.
Balbina não seria um dos péssimos exemplos da equação área inundada/produção de energia e o Minhocão não teria provocado a degradação de todo o entorno por onde passou, afetando a vida e a propriedade de milhares de pessoas.
Antes da exigência da avaliação ambiental no Brasil, fortalecida constitucionalmente pela Constituição Federal de 88, governos implantavam projetos à revelia absoluta da sociedade: os cidadãos tomavam notícia dos empreendimentos pelo ronco dos tratores, sem que lhes fosse possibilitado acesso à informação sobre os mesmos e seus impactos.
Até então, a democracia estava restrita ao exercício de mecanismos formais de cidadania. É óbvio, por outro lado, que precisamos melhorar muito o processo de licenciamento e de avaliação ambiental, de modo a torná-lo menos burocrático e cartorial e mais eficaz.
Para isso, torna-se necessário se inovar no Brasil através da introdução da Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), que já é praticada há muitos anos no exterior.
A AAE permitiria que os programas e planos setoriais pudessem ser avaliados em um nível macro, deixando para os EIA-Rimas a avaliação na esfera exclusiva dos empreendimentos em si.
Com isso, estes últimos seriam mais concisos, sem volumes e volumes de informações, frutos da compilação de estudos acadêmicos, que dificultam, no concreto, a leitura e avaliação pelos diretamente afetados pelos empreendimentos.
Nas cidades, teríamos que implementar o estudo de impacto de vizinhança, que consta no Estatuto das Cidades, por mim introduzido por emenda nesta legislação.
Certos empreendimentos, pela sua natureza, dispensam o Relatório Ambiental Preliminar versão simplificada, mas deveriam estar associados a esse mecanismo de avaliação de impactos socioambientais. Com isso, teríamos um grande ganho no exercício da cidadania.
Bob Burnquist e os skatistas competidores da Mega Rampa publicamente se posicionaram contra o texto do novo codigo florestal.
Um megabanner foi esticado durante a coletiva de imprensa e permaneceu por todo o dia de ontem esticado na rampa.
MEGA FORÇA da galera do skate!!



