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Relato da Reunião da ciclovia Marginal Pinheiros

08/10/2009

Na Segunda-feira o Governo de São Paulo convocou uma reunião para apresentar o projeto da ciclovia na Marginal Pinheiros, já apelidado de Ciclothake por ter sido criada e praticamente patenteada pelo arquiteto Ruy Othake. No geral, muitas falhas e dúvidas judiciais e políticas, mas um trecho (APENAS um trecho) do projeto deve sair nos próximos seis meses.

Relatos e vídeos:

Relato (Vá de Bike)
Vídeo na integra da reunião (Aline Cavalcante)

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2 Comentários leave one →
  1. Larissa Coldibeli permalink
    08/10/2009 12:44

    O governo investe pesado em propagandas do plano de expansão do metrô e quase não há divulgação sobre reuniões como esta, que trazem alternativas ao trânsito de sp.
    Eu vi um estudo sobre os desafios das megacidades que mostra que cidades onde os investimentos estão em curso, os gestores preferem aplicar as verbas em projetos de expansão e modernização de sistemas já existentes, em vez de implantar uma nova forma de locomoção.
    Só que estes meios já existentes se mostram ineficientes no atendimento da demanda. Mesmo que a sitação melhore inicialmente, daqui algumas décadas o trânsito já estará caótico novamente.
    Além de pensar na questão da perda de tempo no trânsito, é preciso considerar também a poluição ambiental.
    Quais alternativas inteligentes temos? E qual o destaque que é dado a elas?

  2. 08/10/2009 12:52

    Ao que me parece, este projeto de ciclovia será mais um daqueles “elefantes brancos”, que são muito falados mas nunca vistos de fato.
    Como é possível haver seriedade num projeto de trânsito que, em sua discussão, não conta com a presença do órgão responsável pelo trânsito na cidade, a CET?
    De que maneira acreditar num projeto que, antes de sua apresentação formal, já tem definido o arquiteto da obra? Licitações públicas viraram coisa do passado?
    E o que dizer de um projeto em que não há respeito pelas verbas públicas, já que descartam a construção de alças da ciclovia em pontilhões existentes e insistem na construção de novas passarelas, o que é muito mais oneroso?
    Bem, talvez deva ser dito que esta é mais uma obra eleitoreira, que servirá melhor à campanha Tucana para o governo do estado do que para o interesse público. Que o motivo para escolherem obras mais caras e extensas é que, assim, fica mais fácil superfaturar e, quiçá, deixar o elefante pra ser concluído em outro mandato. Que a CET não estava presente na reunião para as obras porque tinha suas atenções voltadas às arrecadações das multas de trânsito e, já que bicicleta não é multada, não havia necessidade do comparecimento da CET.
    Só falta ser dito que as obras farão parte do PAC!!

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