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Trânsito: prejuízo, poluição e estresse

07/05/2009

O Coletivo Ecologia Urbana participou de uma reportagem sobre o Trânsito de São Paulo na sessão “Planeta Inteligente” do portal Terra. Especialistas e cidadãos discutem sobre as condições do trânsito de São Paulo e o que está de tão errado nas artérias dessa cidade.

O resultado está no link: http://planetainteligente.terra.com.br/videos.php

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2 Comentários leave one →
  1. Daniel Gambín permalink
    09/05/2009 21:14

    Gente, no meu serviço aqueles que tem condição económica para ter carro vai de carro; a um carro por pessoa. Eu não aguentei e este ano comprei bicicleta fazendo 10 km para ir em 32 minutos. Apenas 10 minutos e uma ducha a mais que indo de carro.
    A pouco comecei a usar uma marcara de pó descartável para me proteger dos gases do transito. Já fui aperfeiçoando um jeito de não expirar dentro da mascara e anda a perfeição.
    Nas subidas os carros mandam mais poluição que em terreno plano e nas descidas os que vão no outro sentido sobem.
    O mais incrível e o motivo de meu comentário é que já não posso sair a pedalar sem usar a mascara! Nem nos finais de semana.
    Até então não era ciente do quanto os carros poluem o ar para quem necessita respirar perto. Quem vai sedentário dentro de um carro ou caminhando não tem essa exigência aeróbica de quem faz exercício, mas eu sinto que ainda devagarinho todos estão sendo afectados por este ar infernal.

  2. ecourbana permalink*
    09/05/2009 23:29

    Olá Daniel. Muito interessante sua trajetória de mudança de hábito em relação à mobilidade e transporte em São Paulo.
    No meu caso, tem um benefício da bicicleta em relação ao tempo que é imbatível: eu sempre tenho certeza de que vou chegar no meu trabalho no horário previsto. As condições climáticas ou o congestionamento além do normal (que está sendo cada vez mais comum) dificilmente me impedirão de tomar o mesmo tempo quando pedalo nos outros dias.
    Com certeza, nós, ciclistas, somos prejudicados com a poluição, mas quem está dentro do carro chega a ter concentrações 30% mais altas que o ambiente externo do veículo.
    Obrigado pelo depoimento.

    Abs,

    João Paulo Amaral

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