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Ibama publica relatório sobre o transporte de madeira, carvão e lenha

09/04/2008

A partir de agora, no site do Ibama, qualquer cidadão pode ter acesso ao que acontece com a madeira. O balanço do consumo de madeira para o ano de 2007 de origem nativa em todo o País foi finalizado e as informações estão disponíveis no site do Ibama. Com a implantação do Documento de Origem Florestal – DOF, o Ibama passou a conhecer todo o fluxo de madeira, carvão e lenha de origem nativa em todo o País. Além dos dados de madeira serrada, o Ibama está divulgando os dados de madeira em tora (1.297.196,00 metros cúbicos), lenha (1.122.383,00 estéreos) e carvão vegetal (9.953.433,00 MDC) transportados com o DOF.
Fonte: Ibama Hoje.
Postado por João Paulo Amaral
É possível verificar, por exemplo, que o Estado de São Paulo recebeu cerca de 1,5 milhão de metros cúbicos de madeira serrada do universo de 7,6 milhões transportados em 2007. Somente a capital recebeu quase 230 mil metros cúbicos, sem considerar os Municípios da Grande São Paulo. São análises que podem ser feitas por Município. Com os mesmos dados o Ibama realiza análises por comprador e vendedor da madeira. “É o Raio X do setor florestal”, comenta Antônio Carlos Hummel, diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama.

Com a implantação do Documento de Origem Florestal-DOF, o Ibama passou a conhecer todo o fluxo de madeira, carvão e lenha de origem nativa em todo o País. Além dos dados de madeira serrada, o Ibama está divulgando os dados de madeira em tora (1.297.196,00 metros cúbicos), lenha (1.122.383,00 estéreos) e carvão vegetal (9.953.433,00 MDC) transportados com o DOF. Segundo José Humberto, coordenador Geral de Autorização do Uso da Flora e Florestas do Ibama, “só falta a integração total com alguns estados que possuem sistema próprio para que a sociedade tenha total transparência em relação às informações sobre o que acontece com os produtos que saem da nossa floresta”.
Os dados não contemplam o volume de produtos florestais transportados internamente nos Estados de Mato Grosso e Maranhão, e também para os Estados de Rondônia e Pará a partir de 2007. Para esses Estados constam apenas os dados da movimentação interestadual. Não constam ainda os volumes autorizados pelos Estados do Ceará e Minas Gerais. Para o Estado da Bahia constam apenas as movimentações a partir de dezembro de 2007. Os demais Estados funcionam com o DOF desde setembro de 2006 e constam a movimentação completa.
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3 Comentários leave one →
  1. Gabriela Alem permalink
    09/04/2008 16:19

    Este documento lançado pelo IBAMA é de grande importância e pode ser considerado mais um passo na adequação do consumo de madeira, mas ainda tem muito o que ser feito…
    A luta continua.
    O IBAMA foi reestruturado, mas o suporte e as ações ñ.

    Muito interessante que hoje (dia 09/04), no jornal O Estado de São Paulo, saiu uma reportagem dizendo que o google earth e os índios estão trabalhando “juntos”. Serão lançadas imagens do desmatamento no entorno das aldeiais indígenas.
    Vale a pena ler.

  2. RAFA permalink
    10/04/2008 2:45

    Pelo que eu li o rastreamente será feito via satélite, e a idéia e comparar a quantidade de madeira autorizada e a quantidade que realmente atinge o resto do País.
    Uma pena que alguns Estados pioneiros na questao do desmate nao “possuam” esses dados….

  3. Bruno permalink
    06/08/2009 19:42

    O próprio Ibama reconhece o quão obsoleto e fraudável é o sistema de controle e rastreabilidade de madeira por meio de DOFs. Atualmente a bola da vez é o sistema SISPROF.

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