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“Evite que seu bife derrube a Amazônia”, ensina o Idec

08/04/2008

…pode-se imprimir um “cartão postal” a ser enviado pelo correio, deixado com o gerente ou na caixa de sugestões do supermercado que a pessoa freqüenta, pedindo que o estabelecimento cobre de seus fornecedores de carne bovina a utilização de um sistema de rastreamento do produto comercializado, de modo a garantir ao consumidor que ele não esteja contribuindo para o desmatamento na Amazônia Legal.

www.ambientebrasil.com.br

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) traz em seu site o link para um outro portal, com informações interessantes em relação às mudanças climáticas e, mais que isso, às responsabilidades de cada um no fenômeno.

Nesse contexto, pode-se imprimir um “cartão postal” a ser enviado pelo correio, deixado com o gerente ou na caixa de sugestões do supermercado que a pessoa freqüenta, pedindo que o estabelecimento cobre de seus fornecedores de carne bovina a utilização de um sistema de rastreamento do produto comercializado, de modo a garantir ao consumidor que ele não esteja contribuindo para o desmatamento na Amazônia Legal.

“O principal vetor de desmatamento é a expansão da fronteira agrícola, que por sua vez, empurra a pecuária para a derrubada de mata nativa. Dessa forma, a pecuária tem uma relação direta com o desmatamento e as queimadas, já que a atividade se concentra também em fazendas localizadas no chamado arco do desmatamento da Floresta Amazônica, explica o portal – climaeconsumo -, desenvolvido pelo Idec em parceria com a ONG Vitae Civilis.

http://www.ambientebrasil.com.br/

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3 Comentários leave one →
  1. Zé paulo permalink
    09/04/2008 5:35

    Na boa, vocês acreditam mesmo que a mudança começa por cobrar do estabelecimento comercial a obrigatoriedade do rastreamento? Com certeza, se for mais barata e mais acessível ao público a carne não rastreada, basta mentir!
    Se for essa pegada individual, RADICAL, prefiro não comer carne, aí já INTERROMPE de vez o consumo e a mercadoria dá seu salto mortal e se esborracha (ou seja, fica na prateleira)!
    Mudança de fato eu acho que só com Estado punindo e fiscalizando!

  2. 09/04/2008 16:14

    Premeditando o resultado se os consumidores aderirem esse ato, acredito que podemos sim pressionar os estabelecimentos a cobrarem o rastreamento da carne de seus fornecedores, porém, entra um problema muito maior que é a veracidade desse rastreamento.
    Concordo com o Zé Paulo de que só a fiscalização resultaria em um rastreamento adequado.
    E tem outra, não adianta os consumidores mandarem uma carta para os mercados e no dia seguinte ir aos estabelecimentos comprar uma bela picanha para um divino CHURRRASSSCO!! Se a população tá comprando, não vão sentir falta de $$ no bolso.

  3. 27/05/2008 11:13

    Este pensamento é totalmente bem estarista. NOSSO DEVER É PARAR DE CONSUMIR CARNE, e não amenizar o impacto ambiental. Esta linha de pensamento que o texto expõe segue a analogia do estupro com camisinha, ou seja, irracional! SEJA VEGETARIANO!

    Saulo

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