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“Bioneers”

21/02/2008

Pôr do Sol_São Paulo_13/02/2008Fumaça de caminhão - Av. Bandeirantes, 7H30

Seguindo a linha do último post – um desabafo de um cidadão paulistano – este texto busca, com uma base mais teórica, induzir à reflexão, bem como a participAÇÃO, na construção de caminhos possíveis para sociedades e meios sustentáveis.

Hoje, principalmente em metrópoles como São Paulo, (con)vivemos com características de uma realiadade globalizada, como efeitos incertos, multiplicação e produção de riscos, que induzem a sociedade ao caminho da autocrítica, da reflexão. Assim, ao mesmo tempo em que a humanidade põe a si em perigo, reconhece os riscos que ela mesma produz e reage a partir de um autoconfronto, revendo os impactos daquilo que criou.
Essa necessidade de relfexão sobre as transformações globais e os impactos na sociedade é desencadeada exatamente por essa possibilidade/ probabilidade de autodestruição. A sociedade apresenta-se como multiplicadora dos riscos ambientais e tecnoeconômicos, sendo também a que ‘sofre’ com as consequências.

A problemática da sustentabilidade assume um papel central na reflexão em torno das dimensões do desenvolvimento. Na sociedade contemporânea, a relação com o meio ambiente causa impactos quantitativos e qualitativos cada vez mais complexos. Devemos, de fato, buscar um desenvolvimento sustentável.
Essa noção de ‘desenvolver-se sustentavelmente’ propõe a redefinição das relações sociedade-natureza, a afirmação dos limites do crescimento e da capacidade suporte do planeta e a promoção de iniciativas que incluam atores sociais relevantes através de um processo de diálogo informado.

A geração de um pensamento complexo e aberto às indeterminações, às mudanças, à diversidade e à incerteza, assim como a configuração de novas possibilidades de ação, fazem parte do DESAFIO. Desafio este incrementado pela demanda de formar cidadãos ativos, sensibilizados e estimulados a participar, como co-responsáveis, na construção de uma sociedade sustentável.

Um dos caminhos que podem ser trilhados para a construção da sociedade sustentável envolve as práticas de cidadania: defesa do pluralismo e da liberdade individual para o desenvolvimento da sociedade civil; exercício de direitos nas escolhas e decisões políticas; integração e a justiça social; conservação do ambiente, solidariedade, segurança e tolerância; engajamento e participação da sociedade; etc.

Busquemos então, de maneira organizada e coletiva, um novo modelo de desenvolvimento que deve ser ambientalmente, socialmente, culturalmente e politicamente sustentável.

 

 Um começo?    http://www.nossasaopaulo.org.br

 

Gabriela Alem Appugliese

Adaptado de Pedro Jacobi.

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One Comment leave one →
  1. 22/02/2008 11:34

    Grande Jacobi!!
    Realmente vejo um modelo de desenvolvimento COLETIVO muito mais eficiente do que o individualista.
    Mas sempre frizo que devemos mudar nós mesmos antes de mudar os outros.
    PS: Galera, estou gostando bastante do blog!! Parabéns a todos!!

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