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Planeta dirigido pelos humanos: hora de tornar oficial

26/01/2008

O título do post acima foi a chamada de um artigo (clique aqui para acessá-lo) da Science comentando um artigo de um grupo de geologistas que propunham um início de uma nova era: já tivemos o paleozóico, Cenozóico e agora (na verdade já desde 200 anos atrás) estaríamos no antropoceno, isto é, era do homem, em virtude do fato de que agora é o homem que determina as principais mudanças no planeta, desde seu impacto nas espécies animais e vegetais, passando pela mudança de paisagem até as mudanças no clima da terra.

Teríamos terminado o holoceno (que significa inteiramente recente), que começara logo após o fim da última era do gelo cerca de 10.000 anos atrás. A época mais recente seria, o grupo propõe, o antroproceno.

Será que no futuro teremos um filme animado sobre o fim da holoceno, quando ainda éramos sustentáveis no mundo?

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44 Comentários leave one →
  1. 31/05/2008 10:57

    Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

  2. 31/05/2008 10:59

    A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade – o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casa e guerra
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

  3. 31/05/2008 11:00

    Universo em Ebulição
    Luiz Domingos de Luna
    blog. cidadão do mundo

    A Razão derramada imponente
    Espera a emoção ser filtrada
    Um planeta sem enquadramento
    Numa existência não observada

    Nascimento das trevas e da luz
    Luta de um perfeito alinhamento
    São razões, emoções – pensamento.
    Corpos girando em universo reluz.

    Poder de uma grandeza infinita
    Uma mensagem a ser decifrada
    Quem percorre esta estrada
    Sente a dor de quem grita

    Porque derramada existência?
    A razão não sabe contemplar
    A emoção perdida a divagar
    Na corrente de um sonho eterno
    Em um tempo, a um só tempo
    Poder, quem sabe um dia, revelar.

  4. 31/05/2008 11:01

    A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna
    blog. estadaão

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração.

  5. 31/05/2008 11:02

    Triste Sina
    Luiz Domingos de Luna CMI- Brasil

    Triste sina
    Luiz Domingos de Luna
    Que triste sina esta minha!
    De nascer neste torrão
    Pegado na mão da miséria
    E agarrado no fracasso
    Tem que ter nervo de aço
    Para não virar pedaço
    E suportar a aturação
    O poeta é graduado
    Mas sem anel ou anelado
    Não vai mudar o estado
    Da nossa situação
    Convidei os folcloristas
    Para assistir nosso forró
    Sem sanfona, sem zabumba.
    Sem triângulo e sem suor
    O teclado agora berra
    Não tem mais o pé de serra
    Não sei se acerta ou erra
    Quem tirou o pão de ló
    Fomos olhar a boiada
    Que era tangida na estrada
    Pois o chocalho se ouviu
    Que boiada que nada
    Era um coitado que cantava.
    E seu nome era Brasil.
    Convidamos toda a mídia
    Jornal, rádio e televisão.
    Todos gritaram a uma só voz
    É uma doença que
    Atingiu o seu coração
    É um vírus persistente,
    É uma força onipresente
    O seu nome é conhecido
    É um bicho bem sabido
    O nome é corrupção
    Ataca a democracia
    Corrói a instituição
    O direito se esfarela
    Pois até a sua costela
    Vira massa de construção
    Acaba-se o operário
    Ou espertalhão ou otário
    Eis aí a prescrição
    Dá uma febre danada
    O termômetro não
    Baixa nada
    Pois pode olhar a pesquisa
    Só se olha o do outro
    Que se visa
    Não tem mais o cidadão,
    São espertos, vivo, sortudo, sabido?
    Todos são conhecidos
    Mas não com nome
    De ladrão.
    Quem falar isso é mentiroso, não é patriota,
    Não passa de um agiota
    Que quer loar a vernaculação
    Cadê a ética, a cidadania.
    A dignidade, a família.
    O Estado.
    A sociedade, o contrato social,
    Ainda bem que a justiça
    É cega,
    O futuro se encerra,
    Em mais um filme
    Que todo mundo viu,
    A imprensa não foi silenciada,
    Mas, por mais grito,
    Mais grito, mais roucada,
    Mais dia, menos dia
    Fica calada, pois é um grito
    Que ninguém quer ouvir mais não.
    É o dia da diária
    A quinzena da
    quinzenada
    É a mensalada do
    mensalão
    É o grito da boiada que
    Ficou para trás não
    Tem mais boiada não.
    É o sertão que virou mar
    É o mar que
    Virou sertão.

  6. 03/06/2008 11:13

    A Favelizaçao das Metropoles
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    As metrópoles brasileiras não estão crescendo, mas sim, inchando; logo teremos uma grande favela com uma pequena metrópole no centro. Tudo isso, se dá graças à falta de políticas públicas sérias em benefício da sociedade. O Êxodo rural, o desemprego, uma educação caótica, uma saúde em UTI, uma Infra-Estrutura em frangalhos. Toda solução mágica é puro paliativo. Porém, enquanto não se tiver a consciência plena de que o conjunto estando bem todos estão bem, ou seja, que o patamar da mediana da sociedade é quem define o bem estar coletivo. Todo o corpo social, sofre, se abala e chora. O Problema é antigo, com certeza, mas exige soluções novas, determinadas, corajosas e urgentes.

  7. 03/06/2008 11:15

    Utopia.
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Voa, voa pensamento,

    Buscai nos confins do infinito

    A fórmula mágica do grito

    A existência em processamento

    Não entregues aos seres humanos

    Senão seremos destruídos

    Pois o comprado será vendido

    E O dado vai para o desmando

    O Contrato social agonizado

    O planeta sendo destruído

    O Mundo a cada dia um gemido

    O crime está bem organizado

    Os valores nobres esfarelados

    Vida competição acirrada

    Egoísmo chama clareada

    Fraternidade e igualdade

    de lado ou sem lados?

    Penetrai nos umbrais e traga a foto

    Da reconstrução da massa humana

    Da fortaleza social, força que emana

    A liga sem transtorno ou terremoto

    Para que inteligência abrasada?

    De um mundo todo corroído

    Um tecido social dolorido

    A convivência fracassada

    Poderei sonhar com mundo livre

    As crianças em plena diversão

    Não somos enlatados, nem brasão

    Da vitória do livre-se, para ser livre

    Trazei a fórmula do infinito

    A foto revelada ao só momento

    O gráfico livre do pensamento

    A geografia da paz habitada

    Seres humanos de luz!

    Uma era que começou

    Uma história que não parou

    Um sonho, acordou, – sim

    Somente? não – como?

    Só a mente.”

  8. 03/06/2008 11:16

    Remoção
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Qual a mensagem dos tempos de outrora?
    se cada corpo já foi consumado,
    ainda hoje está sendo transformado.
    O modo do passado é o mesmo do agora.
    A matéria se diz evoluida,
    porque não vê o golpe da separação.
    O lugar dos que foram é o mesmo
    dos que vão
    E assim a moda passa e fica a vida
    É um estar na vida momentânea
    que nos deixa e segue a caminhada
    do passado fica só a malha armada
    Para, que pena! – entrar os contemporâneos
    As inteligências interrogam o mistério,
    do mesmo modo que já foi interrogado
    o futuro continuará a ser passado
    os que chegarem, adotarão este critério
    E o que se vê é uma fase remavida
    que cada um de qualquer maneira leva
    não se fala se tem ou não reserva
    e assim vai o remo e fica a vida

  9. 03/06/2008 11:18

    O professor Luiz Domingos de Luna aceita a postagem de seus trabalhos em todos veículos que difundam a arte leterária, sem a necessária autorização do autor, porém, é vedado quaisquer contato com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. à nova republicação, favor citar a fonte.

  10. 03/06/2008 11:20

    Drogas.
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaurora.com

    Entrando numa fila
    Do claro ao escuro
    Um quintal sem muro
    Acaba-se a vida

    Veneno entupidor
    Do equilíbrio existencial
    Onda sedenta do mal
    Do martírio a dor

    Ego dilacerado
    Corpo viciado
    Dependência doentia
    Vida de agonia
    Prazer que mata
    Distrai, destrói
    Corrompe a alma
    Cega o espírito
    Assassina o ser
    É o começo do fim
    O fim que se vive
    O fim que se irá viver?

  11. 03/06/2008 11:22

    O Poder
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaurora.com

    Força de ação
    Do bem ou do mal
    Ponto temporal
    Sociedade –Ligação

    Da visão conjunta
    O desenvolvimento
    Luz do talento
    Liga que betuma

    Da visão individual
    Dor que atormenta
    A sociedade lamenta
    O cheiro do mal

    Sem o deslumbre
    Compromisso na mão
    Povo, cidade, nação
    Sol, luz, vaga-lume

    Quando o ego se projeta
    Nasce o tirano
    Não existe humano
    Cinza que inquieta

    A sociedade agonizada
    Ferida cambaleante
    A certeza do errante
    Civilização estagnada

    O poder é entre
    Espaço tempo
    Luta a todo O Momento
    Entre, saia, sempre.

  12. 06/06/2008 9:08

    A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade – o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casa e guerra
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

  13. 06/06/2008 9:11

    A Dimensão da Curva.
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Ser simples como o vento
    Sem orgulho ou vaidade
    Sem presilha de saudade
    O fazer do talento.

    Neste espaço
    A arte derramada
    A humanidade untada
    A mansidão do aço

    DNA do pedaço
    Clone da existência
    Parada!!! Penitência
    Mel, fel, Melaço

    Teima rima
    Idéia quebrada
    Vida aviltada
    Polidez, Lima

    Floresta humana
    Paisagem social
    Ócio, diferente ou igual ?
    Vida que emana.

    Cadê vaidade ?
    Tua força jovial
    O Saldo é o sal
    Felicidade?
    Haja serotonina
    A cor do batom
    É quem dá o tom
    Da vida que começa ?
    Ou da que termina?

  14. 06/06/2008 9:14

    A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração.

  15. 06/06/2008 9:17

    O Tempo

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Em um canto caído
    O mundo a girar
    A vida a passar
    Encantos sofridos

    Corpos envelhecidos
    Suaves serenatas
    Existência ingrata
    Onde queres chegar?

    Pisando a paisagem
    Em uma passagem
    Sempre a moldar
    Com sua influencia
    Queima a paciência
    Quem vai desvendar?

    Um novo dia
    O sol já raiou
    O momento passou
    Não vai mais voltar

    Do silêncio ao ruído
    Num canto perdido
    Do universo a girar
    Vai-se perguntando
    Cantando ou chorando
    Onde queres chegar?

    Dor desmedida
    Dúvida da vida
    De o mar serenar
    Ficou a história
    Em nossa memória
    Teima em passar

  16. 07/06/2008 16:34

    Alma de Cupim

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.

    Adora a existência
    Contempla o natural
    O espaço sideral
    Inteligência da potência

    Muda a paisagem
    Destrói a natureza
    Maltrata a beleza
    Em qualquer passagem

    Dialética humana
    Constrói o artificial
    Dizima o natural
    Da fumaça que emana

    A construção de desertos
    Na alma impregnada
    Não pode sobrar nada
    Em campos abertos

    Qualquer jardim
    Deve ser venerado
    Aplaudido e aclamado
    Querendo o seu fim

    Luta demente
    Não tem beleza
    Não tem natureza
    Não tem jasmim

    Jardim da humanidade
    Todos têm direito
    Qual foi o defeito
    Todos defendiam
    Todos aplaudiam
    Não tem mais jardim
    Não tem mais culpado
    O tempo rolado
    Num mundo sem fim
    Corpo humano
    Alma de cupim.

  17. 14/06/2008 0:05

    Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girando
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

  18. 18/06/2008 22:25

    Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar, é o ser.
    É o Poder, é o ter.
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo – do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada, a terra, o chão.

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar.
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teima em voltar

  19. 24/06/2008 13:05

    Enquanto neste país, a campanha eleitoral for financiada por grupos que atendem aos interesses dos grandes capitais, muitos marionetes do capitalismo selvagem, excludente, individualista, fonte geradora do compadrio comprometedor que faz com que, após eleitos, sejam em alguns casos defensores intransigentes de grupelhos mercantis, sem nenhum compromisso com o desenvolvimetno do Brasil e principalmente com uma política que venha beneficiar a todos os brasileiros, priorizando os mais humildes. Tudo é motivo de descrédito, de subdesenvolvimento e de atraso.
    Triste sina
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.meninodeusaurora.com.br

    Que triste sina esta minha!
    De nascer neste torrão
    Pegado na mão da miséria
    E agarrado no fracasso
    Tem que ter nervo de aço
    Para não virar pedaço
    E suportar a aturação
    O poeta é graduado
    Mas sem anel ou anelado
    Não vai mudar o estado
    Da nossa situação
    Convidei os folcloristas
    Para assistir nosso forró
    Sem sanfona, sem zabumba.
    Sem triângulo e sem suor
    O teclado agora berra
    Não tem mais o pé de serra
    Não sei se acerta ou erra
    Quem tirou o pão de ló
    Fomos olhar a boiada
    Que era tangida na estrada
    Pois o chocalho se ouviu
    Que boiada que nada
    Era um coitado que cantava.
    E seu nome era Brasil.
    Convidamos toda a mídia
    Jornal, rádio e televisão.
    Todos gritaram a uma só voz
    É uma doença que
    atingiu o seu coração
    É um vírus persistente,
    É uma força onipresente
    O seu nome é conhecido
    É um bicho bem sabido
    O nome é corrupção
    Ataca a democracia
    Corrói a instituição
    O direito se esfarela
    Pois até a sua costela
    Vira massa de construção
    Acaba-se o operário
    Ou espertalhão ou otário
    Eis aí a prescrição
    Dá uma febre danada
    O termômetro não
    baixo nada
    Pois pode olhar a pesquisa
    Só se olha o do outro
    que se visa
    Não tem mais o cidadão,
    São esperto, vivo, sortudo, sabido?
    Todos são conhecidos
    Mas não com nome
    de ladrão.
    Quem falar isso é mentiroso, não é patriota,
    Não passa de um agiota
    Que quer loar a vernaculação
    Cadê a ética, a cidadania.
    A dignidade, a família
    o Estado.
    A sociedade, o contrato social,
    Ainda bem que a justiça
    é cega,
    O futuro se encerra,
    em mais um filme
    que todo mundo viu,
    a imprensa não foi silenciada,
    mas, por mais grito,
    mais grito, mais roucada,
    mais dia, menos dia
    fica calada, pois é um grito
    que ninguém quer ouvir mais não.
    É o dia da diária
    A quinzena da
    quinzenada
    É a mensalada do
    mensalão
    É o grito da boiada que
    ficou para trás não
    tem mais boiada não.
    É o sertão que virou mar
    É o mar que
    virou sertão.

  20. 25/06/2008 14:43

    O Obsoleto

    – Por que tenho que respirar?
    Pisar na terra, no solo, na água e no mar.
    Agarrado à gravidade
    Para uma besta morte, me levar.
    -Não dar para ser diferente?
    Tenho que ser dependente
    Da terra, do fogo, da água e do ar?
    -Por que não sou uma semente?
    Para o sopro de a vida continuar
    -A clorofila eu sei processar
    Ao ar, não preciso contaminar.
    Tenho meu próprio alimento
    Na terra, no fogo, na água e no mar,
    Um planeta livre, rotativo.
    – Tem como ficar torto
    Não, morto? – não
    Com certeza
    Está vivo.”
    Fonte:O Globo.mobi :: Blog :: Comentários
    Luiz Domingos de Luna

  21. 26/06/2008 10:04

    Reflexo da Fé

    A inteligência consome o meu espírito
    Para tudo tenho uma explicação
    Sou resultado de uma evolução
    Assim, sou finito ou infinito?

    Construo a grandeza artificial,
    Por isto sou grande e efervescente
    Mas de manhã quando olho o nascente
    Vejo algo mais perfeito e natural

    O que faço vejo sem igual,
    Pois ao instinto, digo -inteligência.
    Ao ser humano isto é essência?
    Irracional tendo, a minha é especial.

    Sou pequena matéria atrevida
    Que vive no minúsco habitado
    O agrupamento da soma e resultado
    Sou o aqui da minha e tua vida

    Mas se o ar que faço não respiro
    Onde está minha potência e grandeza
    É destruir a natureza?
    Sim, -mas…a admirá-la, me admiro.

    Sendo ou não religioso
    O ar de inferioridade me domina
    A beleza natural que me fascina
    O Infinito deslumbrante e misterioso

    Fonte:Fonte:O Globo.mobi :: Blog :: Comentários
    moglobo.globo.com/blogs/comentarios.asp?post=97697&
    t=O+novo+mundo&n=Blog+de+anota%E7%F5es&q=1… – 18k –

  22. 28/06/2008 23:39

    Aos Seres Humanos

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Quebrando correntes
    No tempo a passar
    Mistérios a desvendar
    A todo o momento

    Se tudo fosse diferente
    Teria o ser humano
    O pensar, um plano.
    Da existência presente

    Que show arriscado
    De um palco sem fim
    O infinito vem a mim
    Ou já foi programado

    Tanta existência
    Quem vai usufruir
    O tempo destruir
    Ou há consistência

    A Vida acompanha
    As etapas da curva
    Existe uma luva
    De potência tamanha

    Controlar o processo
    De toda imensidão
    É plenitude da razão
    Ou pensamento, ao inverso.

    É do ser humano obrigação
    Conhecer todo o infinito
    Ou existe um conflito
    Buscando interrogação?

    Já não é chegado
    A hora de saber
    Do universo o porquê ?
    Na existência – postado.

  23. 02/07/2008 23:18

    Entre Colunas

    Luiz Domingos de Luna
    www. Revistaaurora.com

    Entre nascimento e morte
    Pego o meu passaporte
    Numa vida a bailar
    Dos dois pontos faço linha
    Numa estrada que caminha
    Na sorte ou no azar
    Entre colunas eu fico
    Sempre a caminhar
    Não pode ter acidente
    Senão quebra a corrente
    Já não posso respirar
    Uma reta esticada
    Cada passo, uma pisada
    Tenho que controlar
    Não posso sair do prumo
    Ou então um tombo
    Para me derrubar
    Do útero para cova
    Uma vida se renova
    Cheirando interrogação
    No meio das ampulhetas
    Viro pó, sombra e chão.
    Ou larva de borboleta
    Uma vida nova nasce
    É uma transformação ?

  24. 05/07/2008 15:48

    A Fábrica de Universos
    Luiz Domingos de Luna

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados – O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar

  25. 17/07/2008 13:06

    A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida

    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.

    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada – a imensidão

    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço

    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar

  26. 17/07/2008 23:16

    Palco Iluminado
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Em cada sonho uma fantasia
    Que percorre o pensar
    No momento a gritar
    Força que extasia

    Girando no encanto da vida
    Um gesto nobre propicia
    Na luz que irradia
    O instante eterno se fia

    O cenário todo florido
    Uma paisagem a contemplar
    Um universo a pensar
    No tempo um fluido

    Que teima em derramar
    Gotas de um sereno
    Um incenso ameno
    A existência contagiar

    Interação perfeita
    Arquitetura social
    Beleza natural
    Obra prima feita

    Cada ser é arquiteto
    Que a história aniquila
    É o sonho da vida
    Inacabado um projeto

    Um projeto inacabado
    Que falta ser decifrado
    Ou um palco iluminado
    Explicação buscando?

  27. 31/07/2008 13:40

    Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

  28. 02/08/2008 23:43

    A Miragem
    Luiz Domingos de Luna

    É muito fácil observar
    A presilha dos seres humanos
    Sentidos, prazeres, desenganos.
    Uma paisagem a embelezar

    Tudo parece um sonho
    Emoções sentimentos
    Um corpo lançado ao vento
    Na busca de um mundo risonho

    Cada um num carrossel a girar
    O filme da vida pontuando
    O Futuro ao presente ocupando
    O Passado a história registrar

    A maquina humana em movimento
    Os líquidos internos em plena ação
    Uma desordem que vai parar-Pena
    Deixar a cadeira, para outro ocupar.
    É um show com tempo determinado
    É Viver plenamente a emoção?
    É A razão e emoção conjuntamente
    Ou o grande parque da Ilusão ?

  29. 11/08/2008 19:05

    A Busca

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    A Alma humana a buscar
    A todo e qualquer momento
    É uma força ou um sentimento
    Que nunca pode parar

    É incrível o aprimoramento
    Que precisa aprimorar
    O pensamento a vagar
    Em um novo firmamento

    Seja qual for à maneira
    Tem que modificar
    Pois está no DNA
    É uma seqüência inteira

    Tudo a repensar
    Nada está concluído
    É como um fluido
    Em constante derramar

    Talvez o eixo da dúvida
    Esta procura, enfim.
    Nada tem um fim
    É o sentido da vida

    Parar um instante
    Isso nem pensar
    A busca sempre a buscar
    É uma corrente andante.
    Aonde vamos chegar?

  30. 31/08/2008 0:11

    O Gênio da Gravidade

    Luiz Domingos de Luna

    Cada tombo uma queda
    O Ser vivo a equilibrar
    Não pode escorregar
    Uma altura que esfarela

    Quem anda de avião
    Já fica preocupado
    Numa pane é jogado
    Corpo sem vida no chão

    Gravidade impiedosa
    Sempre a puxar das alturas
    Até às vezes, dá tonturas.
    De queda assombrosa

    Lá da montanha, um condor.
    Voava tranquilamente
    Num instante somente
    Pensei que estivesse parado
    Parado nas alturas
    Está tudo errado
    Cadê tua força, puxador?
    Eu estava enganado
    Não era um condor
    Não era um planador
    Era um simples beija-flor
    Enganando a gravidade.

  31. 13/09/2008 17:23

    Travessia

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com.br

    A Parede da mente
    Está quebrada
    No conflito da estrada
    É reviravolta somente

    Á águia está lá
    A asa ferida
    Sem guarida
    Sempre a voar

    A água agitada
    Tem que passar
    Furacão no ar
    Força anulada

    Na superfície a pisar
    O mergulho da morte
    É o único suporte
    Que espera chegar

    Tremulante momento
    Uma chuva de vento
    A águia a carregar
    Rasteja na onda
    Como uma lona
    O espaço ganhar
    A asa dobrada
    Tão fatigada
    A praia chegar

  32. 06/10/2008 23:52

    Passos

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

  33. 27/10/2008 13:56

    Onda que chora

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    História dos papéis
    O mouse a demarcar
    Palavras que somem
    Mas que vão voltar

    A tela da história
    Um trabalho a postar
    Um instante eterno
    Que não vai durar

    Tudo a voar
    Sempre escrevendo
    De um tempo correndo
    Não pode parar

    Vida sumida
    Na abstração
    Vida já vivida
    Em outra ilusão

    No útero da terra
    Vai transformar
    Onda que passa
    A outro repassa
    Sempre a chorar

  34. 09/11/2008 21:41

    Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Pingo complicado
    Todo disformado
    É a vida da ferida
    Ou o pingo da vida?

  35. 16/11/2008 16:42

    Aquecimento Global

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Sapo Dourado Panamenho
    Da floresta americana
    Beleza pura que emana
    Da natureza em desenho

    Amarelo, delgado e pulador.
    Afilado, gentil e hospitaleiro.
    Cantando no lindo desfiladeiro
    Nos bosques um hino de amor

    Predador do equilíbrio natural
    No habitat rico dos pampas
    Deslisa no declive das rampas
    Numa felicidade sem igual

    Dos rios, lagos e florestas.
    Vaidoso no passeio matinal
    Não vê o aquecimento global
    Devorar sua história sua festa

    O Fungo espera para atacar
    O Planeta deu sinal de alerta
    O fungo voa como uma flecha
    O Sapo não vai mais cantar

    Amarelo é a cor da atenção
    Do sapo panamenho dourado
    Da existência já foi tirado
    Mais um ser em extinção

  36. 24/12/2008 11:25

    Gostaria de parabenizar a atitude dos administradores do site:https://ecourbana.wordpress.com/2008/01/26/planeta-dirigido-pelos-humanos-hora-de-tornar-oficial// que tão gentilmente, me cederam este espaço para a postagem de minhas poesias.
    Grato,
    Luiz Domingos de Luna

    Aurora, Ceará.

  37. zecopol permalink*
    26/12/2008 1:51

    Caro Luiz, não só cedemos, como achamos que eram belos textos, muito sintonizados com a luta, de bom gosto, entre n outros elogios. Isso eu digo só por mim, com certeza outras pessoas do coletivo terão outros elogios.

    Os textos ficarão aqui enquanto o blog existir. Continue sempre assim, um excelente poeta, não se acanhe de publicar aqui sua obra nunca.

    abração
    Zé Paulo

  38. 08/01/2009 12:15

    ” A Natureza não dá saltos, a humanidade sim” penso que o momento é afimativo para uma grande problematização no planeta sobre as questões ambientais, a intenet é uma ferramenta preciosa para a divulgação e difusão de lei magna em defesa do planeta Terra.

    Luiz Domingos de Luna

    http://www.colunadomignos.blogspot.com

  39. 16/01/2009 14:31

    Um Giro no Cariri.

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.colunadomignos.blogspot.com

    A História da humanidade foi toda baseada na destruição do espaço geográfico para a preservação da espécie humana, milhares de espécies foram extintas pela ação contínua, dos seres racionais. O Ato destruidor do homo Sapiens está impregnado no DNA biológico e cultural; conscientizar o humano de que são desumanas suas ações para com a sua própria existência civilizatória é tarefa de gigante. Inconcebível à luz do pensar existencial e de sua carga genética cultural, advinda desde a era cenozóica no período do pleistoceno. Um grito isolado de defesa ambiental no meio da multidão soa como ridículo esdrúxulo. Creio que os devoradores do planeta são os grandes grupos empresariais, porém, eles fazem isto porque a vida no modelo atual exige isto, o qual é uma cadeia alimentar, social, política, econômica {…}, o padrão; parar isto seria parar o desenvolvimento da sociedade dentro do foco que conhecemos. Logo a questão ambiental está ligada à linha de consumo, hábitos que foram bem elaborados no processo histórico civilizatório da humanidade. Ora, O rio salgado no cariri cearense até meados de 1835 era um rio perene e saudável, hoje virou um esgoto do lixo cultural do cariri, porém, sem este esgoto não teria outra forma de desenvolvimento de uma das regiões que mais crescem no interior do Ceará. – Cariri, pela ótica do processo interativo de convívio humano conhecido e vivido, assim: ou se mata o rio ou se mata o cariri. Creio que, assim com os demais seres humanos estamos agindo na lógica da corrente do tempo no processo existencial. A Questão do grande lixão que estamos transformando o planeta terra é conseqüência de todo um processo civilizatório contido na epistemologia genética da humanidade. Mudar o curso da história, para a preservação do planeta terra; seria primeiro: a necessidade de mudar toda a forma de pensar, de agir, de existir – um novo renascimento. Agir isoladamente, com um aplicativo psicológico para amainar consciências as questões ambientais é mero paliativo. Enfrentar a problemática de frente teria que, antes, mudar toda uma mentalidade, toda uma forma de viver, onde todo o processo civilizatório consumista seria jogado no lixo e criado outro padrão humano para dar vida plena ao corpo vivo do planeta terra. É possível conciliar progresso, evolução, desenvolvimento econômico em escala planetária sem lesionar a bola azulada?

  40. 19/02/2009 13:52

    A Origem

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

    Consultei Adão
    Lá no paraíso
    Num largo sorriso
    De Pura razão

    A Origem Adão?
    Ele ficou mudo
    – A origem de tudo
    Sim, uma explicação.

    – Um edifício em construção
    Sem Deus não há base
    É tudo um quase
    É o começo do Tombo
    Uma explosão, um estrondo.
    Seres humanos, na fase.
    Queda da civilização!

  41. 17/06/2009 12:17

    O Blog
    Livro Digital – Google.
    Luiz Domingos de Luna

    Um bom livro
    Em suas mãos
    Páginas a folhear
    Celulose sem gastar
    Meio de comunicação
    Depende de sua atuação
    Para credibilidade conquistar
    É também uma revista
    Um canal de uma pista
    Nunca vai poder parar
    A história nele passa
    Depende da argamassa
    De volume bem dosado
    Pois o olhar do outro lado
    Diz se já foi visitado
    Ou ainda vai visitar
    Não dá para prender
    Nem serve para vender
    Nem para ser alugado
    O seu preço é qualidade
    Que depende do leitor
    Que estabelece o valor
    Do material postado
    Nasce no novo mundo
    Vive enclausurado
    Na tela bem amarrado
    Percorre em um segundo
    A fronteira do infinito
    A força de seu grito
    Em horizonte firmado
    Conduzindo com intensidade
    A fórmula da liberdade
    De um universo colado

  42. 31/01/2010 11:56

    Terra que mata
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia eu me encontrei com um Aquariano, foi uma verdadeira festa, falamos de nossos costumes, nossa cultura, enfim foi um reencontro que há muito esperava, porém de difícil acesso, devido à falta de comunicação que nós temos uns para com os outros.

    Como a minha memória aquariana está muito fraca, já posso ser considerado um terráqueo de verdade, então perguntei para o colega – O Planeta terra assassina a vida? – sim. – O planeta faz isto por quê? -As espécies existentes estão sempre evoluindo, enquanto que a natureza não e, cada espécie que atinge um estágio superior assassina a anterior, o planeta está sempre em guerra consigo mesmo.

    Afinal, o aquecimento Global vai ou não destruir o planeta Terra? – Sim, com certeza, não tenha dúvidas sobre isto – Como? – Realmente, quem tem o controle do poder existencial na bolinha ainda azulada são as bactérias, assim, estes minúsculos seres são responsáveis pela massa gasosa tanto nos oceanos como nos espaços geográficos sólidos, porém, quando há um alinhamento destes minúsculos seres para a proliferação de um tipo de gás letal para os seres vivos, muitas espécies são extintas, caso a harmonia seja plena neste complô bacteriano, a vida dos seres vivos pode ser tornar inviável. – O Que já aconteceu em eras anteriores, embora de forma não tão bem elastificada em todas as regiões de forma e intensidade contínua e permanente, a ponto de criar uma destruição total da vida dos seres vivos, porém, tal possibilidade em teoria, seja algo que possa ser aplicado na prática.

    – As Bactérias são as controladoras do gás carbônico na biosfera, que tanta mata em excesso ou na falta. – Como assim? – A taxa de gás carbônico dissolvida no ar é quem define se existe vida ou não, se as taxa for apta todos vivem, ou todos morrem, ou, senão todos, pelos menos parte, o que de já, um grande prejuízo para humanidade dado o processo de globalização e por que não dizer do efeito estufa, neste instante o grande aliado e queridinho das bactérias assassinas.
    Entendeu?
    -Não
    – Mas é assim que a coisa funciona.
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra- Aurora – (CE)
    http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

  43. 17/12/2010 17:50

    O Buraco negro dos Dinossauros
    Luiz Domingos de Luna*
    O Paredão do existencialismo humano é uma vertente a dissolver na coluna do espaço tempo, o túnel construído pelo homem, para assegurar a continuidade da vida no mais distinto período da história, ou até mesmo, antes desta.
    A Ciência, em se tratando da extinção dos seres vivos, geralmente, quebra os seus métodos precisos, arraigados, comprovados e parte para teorias vagas, abstratas e pouco convincentes, via de regra, cria um cataclismo do nada, e daí a natureza mais uma vez, a engolir a vida, como uma força devoradora e bestializada de uma fatalidade que aconteceu e que, a qualquer momento, pode acontecer novamente.
    A Gratuidade desta teoria, para explicar o sumiço de milhares de espécies do Planeta Terra, tem uma base religiosa muito forte, com fundamentação teórica no apocalipse e assegurada no campo filosófico da teoria do Caos. Na verdade, os princípios e os ativos que quebraram a parábola existencial, são desprezados, para dar lugar a uma questão de: acreditar ou não; assim, sempre haverá no mínimo duas versões para o mesmo fato. Muitos podem argumentar que quanto maior for o número de versões maior a possibilidade de acertos, pois, é assim que é construída a civilização humana com erros e acertos.
    O problema nasce quando esta idéia é naturalizada no contexto histórico social, pois senão, vejamos: Para alguns cientistas, o aquecimento global é uma realidade inexorável com prejuízo irreversível para o planeta terra, logo se todos os agentes causadores do aquecimento fossem norteados, mesmo assim, o estrago já está feito, pois, é conseqüência de um processo ao longo dos anos.
    Outros, acreditam num aquecimento sustentável, que, as saídas ou resoluções serão aplicadas e tudo não passa de algo que foi solucionado dentro de padrões normais e aceitáveis, em breve espaço de tempo.
    Finalmente, há a corrente, que nem reconhece a existência do Aquecimento Global e, neste buraco negro de idéias, fica fácil, a qualquer dia, a humanidade acordar com o Planeta Terra ocupado por Dinossauros.
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  44. 21/12/2010 21:58

    O Natal em Aquarius
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia recebi a notificação para passar o natal em meu planeta natal Aquarius, confesso que fui acometido por uma emoção muito prazerosa, passar as festividades natalinas no meu querido Planeta Natal – Aquarius. Foi algo muito forte, muito presente, muita árvore, ai pensei Lá em Aquarius não tem árvore, lá o tempo real não existe, logo, este convite de meu retorno, era a meu ver no mínimo fajuto.
    Sofri muito, durante a espera, visto saber que lá a possibilidade da existência do natal é algo totalmente impossível. Finalmente, como combinado, a nave a me esperar, já acostumado, entrei na cápsula, ou seja, no desmaterializador da matéria e fui para o bóson negro e ainda pude sentir a nave a mil vezes acima da velocidade da luz, como já estava desmaterizado, nem me preocupei com a teoria de Albert Einstein, pois eu era somente um porção de íons.
    Chegando lá, pelo retroversor gravitacional, ganhei o meu formato habitual e o novo chip. Os irmãos gritavam é natal, é natal é natal, Pensei, o chip que colocaram em mim não deve está funcionado, pois este tipo de memória pertence aos terráqueos, jamais aos aquarianos.
    O Instrutor foi logo ordenando, tragam o papai Noel para a ceia natalina entrei na fila como de costume e. trouxeram um espécie de caixote, com o Papail Noel, para a minha surpresa, o papai Noel existindo de verdade, num natal de verdade. Parecia uma alucinação, será que os humanos estão colonizando Aquarius. Foi o que me veio no pensamento, porém como já é sabido, nós Aquarianos não pensamos, foi somente um refluxo químico da memória terrestre.
    O Instrutor de ordem, disse: este ano nós temos natal como se fazem no planeta terra, inclusive o papail Noel, tragam o papai Noel e apresentem a sociedade aquariana, e o irmão apresentou ao papai Noel para todos nós. Eu, como sempre, não me contive, perguntei:como é o nome do nosso papai Noel ? O instrutor disse é o GRAJ -1 uma bactéria que existe em abundância no Lago Mono na Califórnia, no Planeta Terra.
    Eu fiquei logo emocionado, se bem que em Aquarius, não existe emoção e gritei, tragam o fósforo para acender a vela da ceia natalina.
    O Irmão a lado disse: comporte-se, você não está no Planeta Terra, fiquei preocupado e perguntei o que eu fiz de errado? – Você falou em fósforo. Aqui não existe fósforo. E como vocês chamam fósforo aqui – Esqueceu irmão – esqueci – Arsênio.
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