Debate quinta-feira, 08 de maio

7 05 2008

Acontece nesta quinta-feira, 08 de maio, no Sesc Pompéia, em São Paulo uma debate sobre o consumismo. Organizando pelo Ecologia Urbana, em parceria com o Sesc e o movimento Nossa São Paulo, damos continuidade ao ciclo de debates iniciado dia 29 de abril.

Os convidados dessa vez são o professor Cristiano Lenzi, professor da USP especialista em Desenvolvimento Sustentável e José Corrêa, professor da FAAP e membro do coletivo de ecologia urbana, além do público, que como sempre é muito qualificado e terá vez e voz no debate.

O evento ocorrerá a partir das 19:30h e é aberto a todos. Compareçam.





Artigos do Coletivo no Diplo

14 12 2007

O Coletivo Ecologia Urbana tem uma coluna no sítio do Lemonde Diplomatique Brasil. Clique aqui e aqui para ler os dois primeiros artigos publicados no sítio do diplo, “Para que as Cidades Ressuscitem” e “Apocalipse (consumista) Now”, respectivamente.

O primeiro artigo trata do problema das cidades, especialmente das grandes cidades como São Paulo e lança uma proposta de iniciativa para revitalizar a cidade de forma sustentável e com qualidade de vida.

O segundo artigo aborda com muitos dados os problemas ambientais gerados pela sociedade do consumo de massas em que vivemos atualmente.





O que é o movimento Ecologia Urbana?

14 12 2007

Editorial da Revista Ecologia Urbana
É dezembro, o verão está chegando, mas ainda faz frio. Estiagem onde deveria ter chuva, estação chuvosa onde estaria seco. Poluição no ar, nas ruas, nos rios, na água… São todos exemplos conretos dos problemas ambientais que estamos vivendo. Num âmbito mais macro, o problema do aquecimento global provocado predominantemente pela queima de combustíveis fósseis – na geração de energia e na utilização do automóvel – afeta-nos e ameaça a vida de milhões de pessoas.
Não por outro motivo, os movimentos ecológicos aparecem cada vez com mais força no Brasil e no mundo, embora poucos ou nenhum toquem a questão central do problema ambiental: a própria forma de organização da vida urbana, baseada no consumismo, produção de mercadoria e individualismo.
Eis porque acreditamos que para mudar essa situação é importante um movimento político, social e individual centrado numa perspectiva de ecologia urbana, que coloque no centro do debate a organização sócio-política da cidade. Tomando São Paulo como exemplo, pretendemos trabalhar a ecologia urbana de forma ampla. Nós temos que sair de uma perspectiva ecológica na terceira pessoa em direção a uma na primeira pessoa… do plural. Essa é a proposta inicial e que se apresenta nesta revista.