Burrice no (ou do?) Metrô!
São Paulo, 25 de março, 20:00hs. Ciclista chega à estação Tucuruvi, desmonta sua bicicleta dobrável (que se transforma num volume de 75 X 64 X32 cms), tenta embarcar, e é impedido. Alegação: bicicletas apenas após as 20:30 hs. – e o funcionário ainda alega que se estivesse embalada, entraria a bicicleta.
Pois bem, não seria menos absurdo se no mesmo momento não adentrasse na mesma estação um senhor com um volume pelo menos duas vezes maior, em cima de um carrinho. E as coisas não estavam embaladas, apenas amarradas ao carrinho.
O mais interessante é que o mesmo não ocorreu no dia da WNBR, na estação Parada Inglesa, quando a bicicleta, desmontadinha do mesmo modo, embarcou tranquilamente fora do horário que se permitem bicicletas grandes e/ou desdobradas.
Mas isso não é novidade. Conforme post de mais de dois anos atrás, em um blog de um coleguinha de hospício, vemos que o mesmo problema aconteceu e deve continuar acontecendo.
Isso chama-se burrice corporativa.
Então eu tive esse problema no dia do WNBR, daí fui pedalando até a próxima estação e consegui entrar, sem ninguém nem olhar p/ mim, completamente numa boa. Parece não ter critério, se o funcionário ficou com vontade de te encher, ele faz, senão vc entra tranquilo. É mais uma idiotice com o uso das pobres e inocentes bikes, as pessoas não pensam nunca q vc está tendo uma atitude sustentável e isso e aquilo, haja paciência…
Pois é, dá pra perceber muita falta de vontade em alguns funcionários do metrô, principalmente ao terem que abrir a porta para liberar as bicicletas. Deveríamos investigar qual o meio de usar nosso direito para contra-argumentar nessas situações. Talvez ligar para a Ouvidoria do Metrô na hora e dar o nome do funcionário… Não sei direito, mas poderíamos pensar em algo nesse caminho.
JP Amaral